sexta-feira, 27 de dezembro de 2019

Desenvolvimento motor infantil


desenvolvimento motor é o processo de mudança no comportamento, relacionado com a idade, tanto na postura quanto no movimento da criança. É um processo de alterações complexas e interligadas das quais participam todos os aspectos de crescimento e maturação dos aparelhos e sistemas do organismo. O desenvolvimento motor não depende apenas da maturação do sistema nervoso, mas também da biologia, do comportamento e do ambiente.
Cada criança apresenta seu padrão característico de desenvolvimento, visto que as características inerentes sofrem a influência constante de uma cadeia de transações que se passam entre ela e o ambiente que a circunda. Mesmo assim, existem características particulares que permitem uma avaliação grosseira do nível e da qualidade do desempenho infantil. É importante realizar um acompanhamento do desenvolvimento motor da criança, principalmente nos primeiros anos, de forma que seja possível realizar o diagnóstico de doenças motoras em estágios iniciais, o que pode facilitar o tratamento e torna-lo muito mais rápido. Um bom desenvolvimento motor repercute na vida futura da criança nos aspectos sociais, intelectuais e culturais.
O contrário também ocorre, porque qualquer dificuldade motora faz com que a criança se refugie do meio que não domina e deixe de realizar, ou realizar com pouca frequência, determinadas atividades.
Poderíamos dividir o desenvolvimento motor em três estágios:

Estágio inicial

O desenvolvimento motor no Estágio Inicial representa a primeira meta orientada da criança na tentativa de executar um padrão de movimento fundamental. A integração dos movimentos espaciais e temporais é pobre. Tipicamente, os movimentos locomotores, manipulativos e estabilizadores de crianças de dois anos de idade estão no nível inicial;

Estágio elementar

O desenvolvimento motor no Estágio Elementar envolve maior controle e melhor coordenação rítmica dos movimentos fundamentais. Crianças de desenvolvimento normal tendem a avançar para o estágio elementar por meio do processo de maturação, embora alguns indivíduos não consigam desenvolver além do estágio elementar em muitos padrões de movimento e permaneçam nesse estágio por toda a vida;

Estágio maduro

O desenvolvimento motor no Estágio Maduro é caracterizado como mecanicamente eficiente, coordenado e de execução controlada. Tipicamente, as crianças têm potencial de desenvolvimento motor para estar no estágio maduro perto dos 5 ou 6 anos, na maioria das habilidades fundamentais. A aquisição desses padrões fundamentais de movimento é de vital importância para o domínio das habilidades motoras.
Assim sendo, é preciso tomar cuidado para não forçar as crianças a queimar etapas – por exemplo, comprar triciclo para o pequeno com 1 ano de idade, quando ele só estará apto para pedalar a partir dos 2 anos, 2 anos e meio. O treino precoce pode gerar ansiedade e até um problema emocional.
Além disso, a criança não está física e intelectualmente preparada para tal tarefa. O desenvolvimento motor é uma sequência cuidadosamente planejada. O recém-nascido tem certa rigidez muscular resultante do tempo em que ficou encolhido no útero da mãe. Aos poucos, ela desaparece e o bebê ganha flexibilidade e força para algumas atividades grosseiras, como balançar os braços, rolar e sentar, e outras mais sofisticadas, como virar as folhas de um livro e desenhar. O mesmo acontece com o andar. Antecipar qualquer um desses progressos não será útil para a criança.

Estágio maduro

O desenvolvimento motor no Estágio Maduro é caracterizado como mecanicamente eficiente, coordenado e de execução controlada. Tipicamente, as crianças têm potencial de desenvolvimento motor para estar no estágio maduro perto dos 5 ou 6 anos, na maioria das habilidades fundamentais. A aquisição desses padrões fundamentais de movimento é de vital importância para o domínio das habilidades motoras.
Assim sendo, é preciso tomar cuidado para não forçar as crianças a queimar etapas – por exemplo, comprar triciclo para o pequeno com 1 ano de idade, quando ele só estará apto para pedalar a partir dos 2 anos, 2 anos e meio. O treino precoce pode gerar ansiedade e até um problema emocional.
Além disso, a criança não está física e intelectualmente preparada para tal tarefa. O desenvolvimento motor é uma sequência cuidadosamente planejada. O recém-nascido tem certa rigidez muscular resultante do tempo em que ficou encolhido no útero da mãe. Aos poucos, ela desaparece e o bebê ganha flexibilidade e força para algumas atividades grosseiras, como balançar os braços, rolar e sentar, e outras mais sofisticadas, como virar as folhas de um livro e desenhar. O mesmo acontece com o andar. Antecipar qualquer um desses progressos não será útil para a criança.

terça-feira, 24 de dezembro de 2019

O que fazer para baixar a febre do bebê

Segundo a pediatra Drª. Beatriz Beltrame, dar um banho morno no bebê, com temperatura de 36ºC, é uma excelente forma de baixar a febre naturalmente, mas colocar uma toalhinha de mão molhada em água fria na testa; na nuca; nas axilas ou na virilha do bebê também é uma excelente estratégia.
A febre no bebê, que é quando a temperatura está acima de 37,5ºC, o que nem sempre é sinal de doença, pois ela também pode ser provocada pelo calor, excesso de roupa, nascimento dos dentes ou reação à vacina.
O mais preocupante é quando a febre acontece devido a uma infecção com vírus, fungos ou bactérias, e nesse caso, o mais comum é a febre surgir rápido e alta, e não ceder com medidas simples acima citadas, sendo necessário o uso de medicamentos.



Técnicas naturais para baixar a febre do bebê

Para baixar a febre do bebê é aconselhado:
  1. Retirar o excesso de roupas do bebê;
  2. Oferecer líquidos para o bebê, que pode ser leite ou água;
  3. Dar um banho no bebê com água morna;
  4. Colocar toalhas molhadas em água fria na testa; nuca; axilas e virilha.
Se temperatura não baixar com estas dicas em cerca de 30 minutos é recomendado ligar ao pediatra para saber se pode dar remédio para o bebê.

Remédios para baixar a febre do bebê

Os remédios só devem ser usados sob indicação do médico ou do pediatra e geralmente são indicados antitérmicos como, Acetominofeno, Dipirona, Ibuprofeno de 4 em 4 horas, por exemplo.
Quando há sinais de inflamação o médico pode receitar o uso combinado de Paracetamol e Ibuprofeno em doses intercaladas, a cada 4, 6 ou 8 horas. A dose varia de acordo com o peso da criança, por isso deve-se estar atento a quantidade certa
O médico também pode receitar algum antibiótico em caso de infecção causada por determinados vírus ou bactérias.
Normalmente só é indicado dar cada dose após as 4 horas e se a criança tiver mais 37,5ºC de febre, porque a febre mais baixa que isso também é um mecanismo de defesa do corpo, no combate à vírus e bactérias e por isso, não se deve dar remédio quando a febre está mais baixa que isso.
Em caso de infecção viral (virose) a febre cede após 3 dias mesmo com uso de remédios e em caso de infecção bacteriana, a febre só baixa depois de 2 dias com uso de antibiótico. 

Quando ir ao médico imediatamente

É recomendado ir ao hospital, pronto-socorro ou consultar o pediatra quando:
  • Se o bebê tem menos de 3 meses de vida;
  • A febre passa de 38ºC e a temperatura chega rapidamente a 39,5 ºC, indicando uma possibilidade de infecção bacteriana;
  • Houver perda do apetite, havendo recusa da mamadeira, se o bebê dormir muito e quando acordado, mostra sinais de irritação intensa e não habitual, o que pode indicar uma infecção grave;
  • Manchas ou pintinhas na pele;
  • Surgirem outros sintomas como o bebê estar sempre choramingando ou gemendo;
  • O bebê chora muito ou fica muito tempo parado, sem nenhum reação aparente;
  • Se houver sinais de que o bebê está com dificuldade para respirar;
  • Se não for possível alimentar o bebê por mais de 3 refeições;
  • Se houver sinais de desidratação;
  • O bebê ficar muito apático e não conseguir ficar de pé ou caminhar;
  • Se o bebê não conseguir dormir por mais de 2 horas, acordando várias vezes durante o dia ou noite, porque é esperado que ele durma mais, devido a febre.
Se o bebê tiver alguma convulsão, e começar a se debater deve-se manter a calma e deitá-lo de lado, protegendo sua cabecinha, não há risco do bebê se sufocar com a língua, mas deve-se tirar chupeta ou comida de dentro de sua boca. A convulsão febril normalmente dura cerca de 20 segundos e é um episódio único, não sendo grande motivo de preocupação. Se a convulsão durar mais de 2 minutos, deve-se levar a criança ao hospital.
Ao conversar com o médico é importante dizer a idade do bebê e quando a febre surgiu, se ela é contínua ou se parece que passa sozinha e volta sempre na mesma hora, porque isso faz diferença no raciocínio clínico e para chegar a conclusão do que pode ser.